O Fim do VHS
O final do VHS está chegando, pelo menos aqui em casa.
Depois de ter comprado um DVD Player/Recorder Philips DVDR3380 e testado por uma semana, já prevejo que tudo o que temos em VHS será oportunamente convertido para DVD.

O teste crucial foi ter funcionado a gravação programada. Salvo alguns esquecimentos, conseguimos gravar os episódios do seriado Mothern, no canal GNT, programando exatamente do mesmo modo como já fazíamos no VCR. Após tudo estar configurado, bastava colocar um DVD virgem e esquecer.
Agora falta passar as fitas dos momentos festivos (casamento, ultrassom, nascimento, aniversário, passeios, etc, etc) e alguns filmes que não serão lançados em DVD e pronto! Decretamos o fim de uma era.
É claro que manteremos o VCR, mas será cada vez menos utilizado, do mesmo modo que o meu Gemini TurnTable Belt Drive XL BD-40 que só acumula poeira.

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Confesso que é um aparelho que consta na minha lista de futuras compras. O VCR daqui de casa faleceu um tempinho atrás e nem me dei ao trabalho de levá-lo para o conserto. Aproveitei que investi numa placa de TV para o PC e converti tudo que tinha em VHS para DVD. Valeu muito a pena, com certeza o VCR não deixará saudade alguma.
Fabiana,
também pensei nessa possibilidade de utilizar uma placa TV para PC, mas achei um pouco burocrático ter que deixar o PC dedicado para a captura dos vídeos. Além do que, o preço de uma placa de qualidade é o mesmo preço do Gravador de DVD.
Então preferi assim. Já grava direto na mídia e posso programar o que quiser, sem ocupar o PC.
Do meu ponto de vista, é muito mais cômodo assim.
abraço
Como não gravamos muita coisa aqui em casa ele foi aposentado assim que compramos o DVD, agora espero decretar o fim do CD, mas esse tá difícil de enterrar
Ostrock,
o fim do CD está perto, mas ainda vai durar um pouco, mais pela dificuldade das gravadoras em se adaptar ao MP3.
Quando começarem a perceber que ninguém quer pagar caro por um CD em que se escuta 2 ou 3 músicas e que a arte-final das capas e encartes pode ser vendido separadamente – para quem gosta deles, como eu – aí sim eles entrarão no jogo.
Até lá, enquanto ficam discutindo pirataria, o tempo vai passando e maior serão os passos que deverão ser dados para contemplar o mercado…
Esse é o problema, queria ver o fim do cd só pra saber o que as fravadoras fariam, mas eu também adoro a arte tanto do encarte quanto do CD mesmo.
O que provavelmente substitua o CD seja a venda de MP3, mas sinceramente também é muito caro, ainda que esta prática chegue aqui por R$ 0,99, pois não tem a arte e a mídia quem paga é você assim um álbum com umas 13 ou 14 faixas, que é o mais comum de se encontrar não sai por menos de 15 reais pra quem quiser quiemar…
Mas de qualquer forma já é menos da metade do valor de um lançamento de hoje em dia.
Norberto, em casa tudo foi aposentado por obra de circunstâncias alheias à nossa vontade. Até gostaria de manter um aparelho VCR mas pra quê? As fitas que tinham aqui – se eu conto ninguém acredita! Viraram ninho de formigas. Talvez pelo calor, melou tudo! Foram para o lixo com muito dó!
Beijus,
Luma,
até outro dia ainda tinha fitas K-7. Tinha a esperança de passar para MP3 todos os programas de rádio que tinha – eram mais de 200 horas de programas da rádio Cultura FM com os programas Moderna e Festival Música Nova que estavam lá desde os anos 80.
Depois que percebi que não ia fazer mesmo, resolvi doar tudo.
Com o VCR e as fitas, provavelmente acontecerá o mesmo… Se não forem passadas para o DVD depois de algum tempo, é porque não tem mais utilidade mesmo.
abraço
Se eu não fosse ainda mais tarado por celulares e coisas do gênero, eu já teria comprado um desses, mas como a última aquisição foi o celular em 12 vezes, agora vai demorar um pouco pra que um desses vá pra casa
Abração
Fui vacinado dessa mania por celulares quando usava um para o trabalho. Eram ligações 24 horas/dia, 7 dias da semana.
Hoje só se for absolutamente necessário, tanto que falo uns 30 minutos/mês quando falo muito.
abraço
Eu não sei o porquê, roberto, mas tem gente que adora juntar “tralhas e quinquilharias”… Velharias, como a expressão por mim usada. rsrs. Eu, particularmente, prefiro o novo, o mais atual, o moderno. Em se tratando de coisas, excluindo-se as pessoas [essas eu me apego mesmo], guardo nenhum vínculo. Tão logo saia algo novo, descarto o antigo. VHS já foi doado há séculos. Dentro em breve será o DVD [se bem que o blu-ray deve demorar a se estabelecer no mercado. afinal, 5 mil num player de blu-ray é fogo].
Bem, vejamos…
Cirilo,
quando morava em Sampa tentava ficar atualizado nessas questões tecnológicas. O acesso era fácil e a instigação ao consumo era grande.
Entretanto, o meu apego tem a ver mais com a funcionalidade. Ainda tenho alguns LPs que pretendo passar para MP3, portanto se eu não tiver um Toca-Discos fica difícil.
Além do que, essa troca incessante de gadgets, é a fórmula que o comércio encontrou para fazer a máquina de lucro rodar mais vezes (e que a MS soube aproveitar muito bem). Fazer o consumidor correr atrás de um alvo móvel e fazê-lo sentir que se não tiver o da última geração, estará fora-de-moda.
abraço