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><channel><title>Escrita Torta em Linha Reta &#187; Cinema</title> <atom:link href="http://escritatorta.com.br/category/cinema/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://escritatorta.com.br</link> <description>Nem Blogs, Nem Blogueiros e Muitas Idéias Aleatórias</description> <lastBuildDate>Wed, 21 Sep 2011 12:24:05 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Música e Cinema: Wim Mertens</title><link>http://escritatorta.com.br/archives/musica-e-cinema-wim-mertens/</link> <comments>http://escritatorta.com.br/archives/musica-e-cinema-wim-mertens/#comments</comments> <pubDate>Mon, 11 Aug 2008 18:25:18 +0000</pubDate> <dc:creator>Norberto Kawakami</dc:creator> <category><![CDATA[Cinema]]></category> <category><![CDATA[Música]]></category><guid
isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/archives/musica-e-cinema-wim-mertens/</guid> <description><![CDATA[A primeira vez que ouvi uma música do Wim Mertens foi no filme/documentário Nós que aqui estamos por vós esperamos de Marcelo Masagão. Aliás, do meu ponto de vista, o Masagão consegue &#8211; neste filme &#8211; superar o Godfrey Reggio na combinação imagens e música para contar uma estória. Creio que ele o consiga, principalmente, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="TEXT-ALIGN: justify">A primeira vez que ouvi uma música do <strong>Wim Mertens</strong> foi no filme/documentário <em><strong>Nós que aqui estamos por vós esperamos</strong></em> de Marcelo Masagão. Aliás, do meu ponto de vista, o Masagão consegue &#8211; neste filme &#8211; superar o Godfrey Reggio na combinação imagens e música para contar uma estória. Creio que ele o consiga, principalmente, porque a conte sob o ponto de vista do cidadão comum sem querer te convencer de algum possível engajamento.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Mas voltando ao <strong><a
title="Site Oficial do Compositor Wim Mertens" href="http://www.wimmertens.be/" target="_blank">Wim Mertens</a></strong>, este compositor belga segue a linha um pouco mais melódica do minimalismo e produziu concertos para compositores famosos dessa escola como Philip Glass, <a
title="Texto do blog de Rafael Reiner" href="http://reinehr.org/musica/quem-e/steve-reich-minimalismo-experimentalismo-e-classico-contemporaneo" target="_blank">Steve Reich</a> e Terry Riley. Eu ouvia esse pessoal desde os anos 80, bem antes de o Glass popularizar esse tipo de música aqui no Brasil depois da trilogia de Reggio. Cheguei inclusive a ler o livro <em><strong>&#8220;American Minimal Music&#8221;</strong></em> de autoria do Mertens, mas nunca havia escutado uma composição sua já que naquela época &#8211; e mesmo ainda hoje &#8211; era difícil ouvir algo que não fizesse sucesso nos EUA.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Graças à Amazon na Alemanha, consegui encontrar e comprar alguns CDs depois de ter pesquisado e descoberto que a discografia dele é vastíssima: são mais de 70 CDs desde 1980 até hoje.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Para vocês ouvirem um pouco de seu minimalismo melódico, encontrei o <strong>4 Mains</strong> (4 Mãos), faixa que saiu no CD <strong>The Belly of an Architect</strong> (2000).</p><p
style="TEXT-ALIGN: center"><object
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class="zoundry_bw_tags"><br
/> <span
class="ztags"><span
class="ztagspace">Del.icio.us</span> : <a
class="ztag" rel="tag" href="http://del.icio.us/tag/Minimal+Music">Minimal Music</a>, <a
class="ztag" rel="tag" href="http://del.icio.us/tag/Wim+Mertens">Wim Mertens</a></span></p><h4>Related posts</h4><ul
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isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/archives/pipoca-com-pimenta-meme/</guid> <description><![CDATA[O Márcio Pimenta do Pimenta nos Olhos criou o seu primeiro meme e nele temos que escolher alguns filmes sobre algum tema (amor, política, viagens, trabalho, casamento, educação, etc&#8230;) e falar porque eles foram escolhidos. E o meme segue com a escolha de mais 5 pessoas para a sua continuação. Assim sendo, lá vai: Lugares [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="TEXT-ALIGN: justify">O <span
style="TEXT-DECORATION: underline">Márcio Pimenta</span> do <a
href="http://www.pimentanosolhos.net/?p=522" target="_blank" title="blog do Márcio Pimenta">Pimenta nos Olhos</a> criou o seu primeiro meme e nele temos que escolher alguns filmes sobre algum tema (amor, política, viagens, trabalho, casamento, educação, etc&#8230;) e falar porque eles foram escolhidos. E o meme segue com a escolha de mais 5 pessoas para a sua continuação. Assim sendo, lá vai:</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify"><strong
style="FONT-SIZE: 1.2em">Lugares Comuns</strong> (ARG/ESP &#8211; Dir. Adolfo Aristarain &#8211; 2002)</p><blockquote
style="MARGIN-RIGHT: 0px" dir="ltr"><p
style="TEXT-ALIGN: justify"><span
style="FONT-FAMILY:"><em>A vida de um professor universitário argentino muda radicalmente depois que ele é obrigado &#8211; por decreto &#8211; a se aposentar. Ao lado de sua mulher, com quem forma um casal apaixonado e dedicado, viaja para a Espanha. Na volta, procura uma nova ocupação mudando-se para uma fazenda.</em></span></p></blockquote><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Escolhi este filme, principalmente pela cena abaixo. É uma declaração de amor que qualquer homem deveria fazer a uma mulher, mas que infelizmente quase nunca fazemos por acharmos que elas já sabem de tudo.</p><p
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style="TEXT-ALIGN: justify"><strong
style="FONT-SIZE: 1.2em">Nunca Te Vi. Sempre Te Amei</strong> (EUA &#8211; Dir. David Hugh Jones &#8211; 1986)</p><blockquote
style="MARGIN-RIGHT: 0px" dir="ltr"><p
style="TEXT-ALIGN: justify"><span
style="FONT-FAMILY:"><em>Em busca de livros difíceis de serem encontrados nos Estados Unidos, uma escritora americana escreve a uma livraria inglesa. Com o passar do tempo inicia-se uma relação afetuosa entre a escritora e o vendedor que a atende, que acaba se estendendo aos demais funcionários da livraria.</em></span></p></blockquote><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Livros e livrarias. Sou um consumista de livros, muito mais que um leitor. E esse filme mostra muito dessa paixão, ainda que concentre na estória &#8211; real &#8211; entre a escritora nos EUA e o livreiro na Inglaterra.</p><p
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style="TEXT-ALIGN: justify"><strong
style="FONT-SIZE: 1.2em">Cinema Paradiso</strong> (ITA &#8211; Dir. Giuseppe Tornatore &#8211; 1988)</p><blockquote
style="MARGIN-RIGHT: 0px" dir="ltr"><p
style="MARGIN-RIGHT: 0px; TEXT-ALIGN: justify" dir="ltr"><span
style="FONT-FAMILY:"><em>Nos anos que antecederam a chegada da televisão (logo depois do final da Segunda Guerra Mundial), em uma pequena cidade da Sicília o garoto Toto fica hipnotizado pelo cinema local e procura travar amizade com Alfredo, o projecionista que se irritava com certa facilidade, mas que parelamente tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança, quando agora Toto cresceu e se tornou um cineasta de sucesso, que recorda-se da sua infância quando recebe a notícia de que Alfredo tinha falecido.</em></span></p></blockquote><p
style="MARGIN-RIGHT: 0px; TEXT-ALIGN: justify" dir="ltr">Mais uma paixão, mas agora pelo cinema. Algum dia na vida quis ser um cinéfilo (e mais um montão de outras coisas), mas o tempo e a urgência não deram trégua e quando consigo me <a
href="http://kawakami.blog.br/archives/3" target="_blank" title="Os filmes que amo">lembrar de filmes</a> são sempre com algum esforço. Escolhi este porque creio ser uma das maiores homenagens que um cineasta poderia ter dado a essa arte.</p><p
style="TEXT-ALIGN: center"><object
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style="TEXT-ALIGN: justify">Esses filmes não mudaram a minha vida (nem acho que algum filme consiga isto), mas conseguiram expressar o que eu sinto em relação a essas paixões.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">O convite a esse meme foi da <a
href="http://tudooqueaprendi.blogspot.com/2007/10/o-meme-do-pimenta.html" target="_blank" title="do blog Tudo o que Aprendi com Quase 40">Julia Fontelles</a> e que agora repasso para a <a
href="http://nalu.in/" target="_blank" title="Te Amo!">Nalu</a>, <a
href="http://www.nelsoncorrea.com/wordpress" target="_blank" title="do blog Pô, meu!">Nelson Corrêa</a>, <a
href="http://diadefolga.com/" target="_blank" title="do blog Dia de Folga">Lu Monte</a>, <a
href="http://pirao.wordpress.com/" target="_blank" title="do blog Pirão Sem Dono">MarcosVP</a>, <a
href="http://www.ladybugbrazil.com/" target="_blank" title="do blog Ladybug Brasil">Lucia Freitas</a> e a <a
href="http://loginstyle.com/" target="_blank" title="do blog Login Style">AleB</a>.</p><p
class="zoundry_bw_tags"> <br
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class="ztags"><span
class="ztagspace">Technorati</span> : <a
href="http://technorati.com/tag/Cinema" class="ztag" rel="tag">Cinema</a>, <a
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href="http://technorati.com/tag/Meme" class="ztag" rel="tag">Meme</a></span></p><h4>Related posts</h4><ul
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isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/archives/a-invasao-de-novo/</guid> <description><![CDATA[Assisti o filme Invasores (dir. Oliver Hirschbiegel &#8211; 2007) que estreou na sexta-feira passada. Apesar de já ter visto as 3 primeiras versões da mesma estória, dei uma chance para ele. Bom, para não falar tão mal de um filme que provavelmente esquecerei daqui um mês, tal qual aconteceu com a versão anterior (Os Invasores [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="TEXT-ALIGN: justify">Assisti o filme <strong>Invasores</strong> (dir. Oliver Hirschbiegel &#8211; 2007) que estreou na sexta-feira passada. Apesar de já ter visto as 3 primeiras versões da mesma estória, dei uma chance para ele.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Bom, para não falar tão mal de um filme que provavelmente esquecerei daqui um mês, tal qual aconteceu com a versão anterior (<strong>Os Invasores de Corpos</strong> &#8211; dir. Abel Ferrara &#8211; 1993), vou escrever sobre as duas primeiras versões.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify"><img
src="http://img138.imageshack.us/img138/6056/vampiroalmas1956uj5.jpg" style="BORDER-RIGHT: rgb(0,64,0) 1px solid; BORDER-TOP: rgb(0,64,0) 1px solid; MARGIN-TOP: 10px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 10px; BORDER-LEFT: rgb(0,64,0) 1px solid; WIDTH: 130px; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: rgb(0,64,0) 1px solid; HEIGHT: 182px" title="Vampiro de Almas" height="182" width="130" alt="Vampiro de Almas"/>A primeira, e é a que tem o título mais interessante, é o <strong>Vampiro de Almas</strong> (dir. Don Siegel &#8211; 1956). A estória é quase a mesma: as pessoas começam a reclamar ao médico Miles Bennel que seus familiares e amigos são outras pessoas, ainda que tenham a mesma aparência. O que se apresenta como uma simples reclamação pessoal decorre uma pandemia e a posterior constatação de que as pessoas estão sendo substituídas por alienígenas enquanto dormem. Aqui, o ritmo é frenético e nervoso e se mostra bem construído. Em meio à invasão, quando não vemos saída, surge um final alentador. O pano de fundo dessa idéia era a ameaça comunista que rondava os EUA durante o Macartismo na década de 1950.<img
src="http://img138.imageshack.us/img138/7752/invasoresnd6.jpg" style="BORDER-RIGHT: rgb(0,64,0) 1px solid; BORDER-TOP: rgb(0,64,0) 1px solid; MARGIN-TOP: 10px; DISPLAY: inline; FLOAT: right; MARGIN-BOTTOM: 10px; MARGIN-LEFT: 10px; BORDER-LEFT: rgb(0,64,0) 1px solid; WIDTH: 130px; BORDER-BOTTOM: rgb(0,64,0) 1px solid; HEIGHT: 187px" title="Os Invasores de Corpos" height="187" width="130" alt="Os Invasores de Corpos"/></p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Na segunda versão, <strong>Os Invasores de Corpos</strong> (dir. Philip Kaufman &#8211; 1978), repete a mesma trama, mostrando um pouco mais como a substituição das pessoas acontece, que, do mesmo modo, ocorre durante o sono. Nesta versão, temos atores bastante conhecidos como o Leonard Nimoy, Donald Sutherland e Jeff Goldblum. O clima tenso aqui é constante e nesta versão, o final é bastante pessimista. Talvez o auge Guerra Fria e a ameaça nuclear tenham influenciado de alguma forma.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">As versões subsequentes, do meu ponto de vista, perderam força justamente por terem sido feitas depois que a motivação seminal sumiu. A URSS desmoronou em 1991, e com ela a Guerra Fria. A pauta de hoje é o terrorismo e nos <strong>Invasores</strong> (2007) nem se tocou no assunto. Aliás, a idéia que se tem ali <em>en passant</em> é que para resolvermos os problemas humanos, devemos deixar de ser humanos.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Se é para falar uma besteira dessas, prefiro assistir a invasão dos <strong>Borgs</strong> onde qualquer resistência é fútil, tal qual o é no capitalismo onde nos transformamos em máquinas de consumo para o funcionamento do sistema e onde para ser o diferente temos que ser iguais.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Enfim, foi uma decepção total. <strong>Invasores</strong> não conseguiu ser um filme de ação, nem de suspense, nem de ficção-científica. E o pior, nem a Nicole Kidman e o Daniel Craig conseguem se salvar (do filme, não da invasão&#8230;). <img
src='http://escritatorta.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /></p><p
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isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/2007/01/22/uma-campanha-em-favor-do-silencio-nas-salas-de-cinema/</guid> <description><![CDATA[Neste final de semana, fui ao cinema e como sempre, antes do filme vem o yada-yada das vinhetas iniciais. A comum, como todos devem conhecer, &#233; aquela do celular que fica tocando, tocando, tocando e uma voz feminina que insiste educadamente que o celular seja desligado. Mas a outra vinheta, que &#233; da que quero [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: justify">Neste final de semana, fui ao cinema e como sempre, antes do filme vem o yada-yada das vinhetas iniciais. A comum, como todos devem conhecer, &eacute; aquela do celular que fica tocando, tocando, tocando e uma voz feminina que insiste educadamente que o celular seja desligado.</p><p
style="text-align: justify">Mas a outra vinheta, que &eacute; da que quero falar, era da <strong>Campanha em favor do sil&ecirc;ncio nas salas de cinema</strong>: Surge um homem afiando uma l&acirc;mina de barbear e olhando pela janela. Depois aparece uma mulher sentada numa cadeira, e dois bra&ccedil;os que devem ser daquele homem, pois a cena se resume em uma das m&atilde;os segurando a l&iacute;ngua dela e a outra segurando a navalha, prestes a cort&aacute;-la&#8230; (Esta segunda cena me fez lembrar daquela no filme &quot;C&atilde;o Andaluz&quot; em que um homem corta o olho). A cena seguinte &eacute; o homem da primeira cena indo para uma varanda no alto de um pr&eacute;dio.</p><p
style="text-align: justify">A conclus&atilde;o a que chego com esta pequena maravilha cinematogr&aacute;fica &eacute; que s&atilde;o as mulheres que ficam num zum-zum-zum no cinema, enquanto os homens tentam assistir o filme. E que deve ser trabalho deles de faz&ecirc;-las calarem&#8230; Pelo menos, foi o que eu entendi&#8230;</p><p
style="text-align: justify">Muito diferente da vinheta acima s&atilde;o estas que encontrei no YouTube (coloquei os links porque o embedding de ambas estava bloqueado):</p><p
style="text-align: justify"><a
href="http://www.youtube.com/watch?v=oLfvGWKeMY8" target="_blank">Ping&uuml;ins</a></p><p
style="text-align: justify"><a
href="http://www.youtube.com/watch?v=B9qDefOK9O4" target="_blank">Contagem Regressiva</a></p><p
style="text-align: justify">Estas duas participaram de um <a
href="http://www.palaciodasartes.com.br/noticias_regulamento_cinema.asp" target="_blank">concurso</a> para a &quot;Campanha do Sil&ecirc;ncio&quot; para o cine Humberto Mauro no Pal&aacute;cio das Artes em Belo Hotizonte. Aquela que assisti, eu n&atilde;o sei se participou ou n&atilde;o, pois vi no cineclube Unibanco Savassi&#8230;</p><p
style="text-align: justify">Pensando um pouco mais na que assisti no cinema, a que insinua a mulher tendo a l&iacute;ngua cortada&#8230; como esta cena &eacute; feita em local aberto (pequeno detalhe que faz um <em>klang-klang</em> na minha cabe&ccedil;a), nos d&aacute; a id&eacute;ia de que a campanha n&atilde;o se restringe apenas &agrave;s salas de cinema, mas para al&eacute;m delas&#8230; Ser&aacute; que o seu idealizador queria que as mulheres se calassem?</p><p
style="text-align: justify">O engra&ccedil;ado &eacute; que durante o filme, o que mais encheu o saco foi um senhor teimando em atender o celular, que estava em modo silencioso, menos para receber mensagens, porque foi um tal de piii, piii, piii por uns 10 longos minutos depois dele ter avisado que estava no cinema&#8230;</p><p
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