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><channel><title>Escrita Torta em Linha Reta &#187; Ensino</title> <atom:link href="http://escritatorta.com.br/category/ensino/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://escritatorta.com.br</link> <description>Nem Blogs, Nem Blogueiros e Muitas Idéias Aleatórias</description> <lastBuildDate>Wed, 21 Sep 2011 12:24:05 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator> <item><title>Educação Brasileira e Blogs</title><link>http://escritatorta.com.br/archives/educacao-brasileira-e-blogs/</link> <comments>http://escritatorta.com.br/archives/educacao-brasileira-e-blogs/#comments</comments> <pubDate>Sat, 04 Aug 2007 15:51:17 +0000</pubDate> <dc:creator>Norberto Kawakami</dc:creator> <category><![CDATA[Ensino]]></category> <category><![CDATA[Viagem]]></category> <category><![CDATA[Blog]]></category> <category><![CDATA[Discussão]]></category><guid
isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/archives/218</guid> <description><![CDATA[A cada dia que se passa, a Educação Brasileira me surpreende mais. Infelizmente, pelo seu lado negativo. Se uma criança de 9 anos, que usufrui do ensino público, não consegue escrever a palavra &#8220;aula&#8220;, então há alguma coisa muito errada. Eu sempre estudei em uma escola pública e, em comparação com aquele tempo e hoje, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="TEXT-ALIGN: justify">A cada dia que se passa, a <strong>Educação Brasileira</strong> me surpreende mais. Infelizmente, pelo seu lado negativo.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Se uma criança de 9 anos, que usufrui do ensino público, não consegue escrever a palavra &#8220;<em>aula</em>&#8220;, então há alguma coisa muito errada. Eu sempre estudei em uma escola pública e, em comparação com aquele tempo e hoje, percebo que a coisa degringolou de um tal modo que não vejo uma melhora nem a longo prazo. Isto se as mudanças, caso houvessem, começassem a ser implantadas hoje. Digo isso porque há uma geração inteira que se construiu com essa educação deficiente e que transmitirá essa deficiência para seus filhos, seja na forma do desleixo como se entende o aprendizado, seja na pouca importância que se dará ao conhecimento. Mas o mais importante é que não se desenvolverá o senso crítico.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Aliás, este é um problema recorrente na Educação Brasileira, mesmo nas escolas particulares. Há pouco incentivo para perguntas e descobertas. Há um certo pacto implícito entre os professores e estudantes: finge-se que ensinam e finge-se que aprendem. E quando há quem queira perguntar, o seu colega mais próximo faz a cara de <em>&#8220;Como você não sabe isto?&#8221;</em> mesmo que ele também não saiba. O problema, é claro, não é só deles. Abrange um contexto bem maior &#8211; vestibulares, mercado de trabalho, concorrência entre escolas, etc. O resultado disto tudo é que aprendemos a repetir o que está escrito nos livros, mas não aprendemos a aprender, não aprendemos a descobrir as coisas, não aprendemos a questionar.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Falei, falei, falei. E se você chegou até aqui, deve estar pensando: <em>&#8220;O que isto tem relação com os blogs?&#8221;</em></p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">A princípio, nada. Ou tudo?</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Com o projeto de Inclusão Digital e Computador para Todos, pode-se incentivar para que estes garotos e garotas que se iniciam na Internet, maravilhados com o novo mundo, a terem seus próprios blogs. Podem começar como diários, mesmo, como todo principiante que inicia escrevendo sobre o seu cotidiano. Mas o mais importante é incentivar a interação entre eles e os blogs que já existam na rede. É nessa interação que surgirá e se desenvolverá a idéia da internet como ferramenta e não apenas como um simples repositório de informações aleatórias. E como um bônus deste processo, pode-se incentivar o senso crítico e a escrita como sua forma de expressão.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">O que você acha disto? Estou viajando na maionese?</p><p
class="zoundry_bw_tags"> <br
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isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/archives/120</guid> <description><![CDATA[Engraçado como algumas &#8216;escolas&#8217; infantis lidam com a desobediência das crianças. Conheci uma delas que fazia o seguinte: Se a criança fizesse alguma &#8216;arte&#8216; era colocada no canto da sala para PENSAR!!! É claro que o objetivo era pensar no que havia feito, mas o resultado final, aquilo que a criança entendia, era que fora [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="TEXT-ALIGN: justify">Engraçado como algumas &#8216;escolas&#8217; infantis lidam com a desobediência das crianças. Conheci uma delas que fazia o seguinte:</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Se a criança fizesse alguma &#8216;<em>arte</em>&#8216; era colocada no canto da sala para PENSAR!!! É claro que o objetivo era pensar no que havia feito, mas o resultado final, aquilo que a criança entendia, era que fora colocada separadamente para pensar.</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">PQP!</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>PENSAR VIROU CASTIGO!</strong></p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Não é à toa que a educação brasileira vai mal&#8230;</p><p
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isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/2007/01/05/para-que-existem-os-blogs/</guid> <description><![CDATA[Escrever em um blog é mais ou menos parecido com dar uma aula (pelo valor da hora-aula hoje em dia, o verbo é esse mesmo: dar). A grande maioria do seu público não está afim de escutar/ler o que você tem a dizer. A não ser que você seja um professor-show/blog-tipo-kibe, mas aí, cinco minutos [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="TEXT-ALIGN: justify"><img
width="225" style="DISPLAY: inline; FLOAT: left; WIDTH: 225px; MARGIN-RIGHT: 10px; HEIGHT: 300px" height="300" border="0" src="http://img403.imageshack.us/img403/5558/musashipt4.gif"/>Escrever em um blog é mais ou menos parecido com dar uma aula (pelo valor da hora-aula hoje em dia, o verbo é esse mesmo: dar). A grande maioria do seu público não está afim de escutar/ler o que você tem a dizer. A não ser que você seja um professor-show/blog-tipo-kibe, mas aí, cinco minutos depois do auê, a sua audiência já terá esquecido do seu conteúdo. Se é que havia algum&#8230;</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Assim, para quê ficar gastando energia com isto tudo?</p><p
style="TEXT-ALIGN: justify">Bem, eu tenho uma visão muito particular sobre o assunto&#8230; Enquanto o seu público não presta atenção, você está lá se exercitando e aprendendo um pouco a cada dia, aperfeiçoando a sua técnica. E neste processo você começa a notar que, no meio da <del>turba</del> multidão, sempre há alguém que entendeu o que você tinha a dizer. Então não há nada demais em fazer do seu aprendizado, o dele também&#8230;</p><p
class="zoundry_bw_tags"> <br
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isPermaLink="false">http://escritatorta.em.blog.br/?p=37</guid> <description><![CDATA[Com certeza, quem passou pela escola tem como apontar esse ou aquele professor que considerou como sendo bom. Mas mesmo assim, &#233; bem prov&#225;vel que haja poucos professores que sejam considerados por muitos como sendo bons. Talvez porque, seja do ponto de vista dos pais, seja dos alunos, seja pela an&#225;lise do professor, h&#225; sempre [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
align="justify">Com certeza, quem passou pela escola tem como apontar esse ou aquele professor que considerou como sendo bom. Mas mesmo assim, &eacute; bem prov&aacute;vel que haja poucos professores que sejam considerados por muitos como sendo bons. Talvez porque, seja do ponto de vista dos pais, seja dos alunos, seja pela an&aacute;lise do professor, h&aacute; sempre uma heterogeneidade quanto &agrave;quilo que &eacute; considerado bom.&nbsp;<br
/>E ainda &eacute; necess&aacute;rio, tamb&eacute;m, se levar em conta que o conceito de bom e de mau &eacute; definido conjunturalmente e contextualmente. Exemplificando, atualmente &eacute; considerado um <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor aquele que geralmente consegue fazer com que o aluno aprenda a aprender, j&aacute; que o conte&uacute;do passou a ser secund&aacute;rio em nossa era de <em>&ldquo;fast food&rdquo;</em> da informa&ccedil;&atilde;o.<br
/>Do meu ponto de vista, penso que o modelo ideal do <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor surge dependente do papel dos protagonistas (professores, alunos, pais e outros) e da vis&atilde;o educativa de cada um, ou seja, a forma como este ideal &eacute; constru&iacute;do e moldado &eacute; de acordo com a viv&ecirc;ncia educacional de cada um deles. Desta forma, n&atilde;o podemos dizer que exista um modelo &uacute;nico que possa ser definido como sendo o do <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor.<br
/>Com isto em mente, &eacute; poss&iacute;vel dizer que ser um <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor se constitui de um processo em que o modelo &eacute; constru&iacute;do gradativa e constantemente. Inicialmente, atrav&eacute;s das cren&ccedil;as pessoais a respeito do ensino associadas ao per&iacute;odo (normalmente, no ensino fundamental e m&eacute;dio) em que se &eacute; aluno. &Eacute; deste per&iacute;odo o modelo ideal do <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor de cuja dificuldade se tem em abstrair para outros modelos que possam ser melhores.<br
/>Posteriormente, ao se ingressar em um curso superior de licenciatura, tem-se o contato com as diversas teorias pedag&oacute;gicas de forma a possibilitar a altera&ccedil;&atilde;o daquele modelo inicial. Mas a possibilidade, infelizmente, n&atilde;o implica em mudan&ccedil;a.<br
/>E finalmente, na pr&aacute;tica profissional pode-se observar e refletir quais modelos est&atilde;o em uso e quais modelos deseja-se incorporar em vista de alcan&ccedil;ar o objetivo de ser um <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor. Sempre lembrando que o processo n&atilde;o visa dar uma resposta final, mas sim uma adapta&ccedil;&atilde;o e modifica&ccedil;&atilde;o quando as pr&aacute;ticas pedag&oacute;gicas n&atilde;o atingem seu objetivo.<br
/>Concluindo, n&atilde;o h&aacute; um padr&atilde;o ou uma forma ideal do <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor que atenda a um conjunto amplo e diverso de pessoas. Entretanto, mesmo n&atilde;o havendo tal modelo &eacute; necess&aacute;rio que haja a constante busca para, pelo menos, descobrir-se o porque e quando n&atilde;o se &eacute; um <em>&ldquo;bom&rdquo;</em> professor.</p><h4>Related posts</h4><ul
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